Resultado do processo seletivo 2015

Obrigado pela participação de todos e parabéns para os selecionados! Cheguem os respectivos e-mails para mais informações.

Relato de experiência no Encontro Paranaensa pela Democratização da Comunicação

Douglas Maia

Uma comunicação mais democrática e menos centrada nas grandes redes significa uma representação mais justa e igualitária para todos na mídia. Democratizar os meios é garantir o direito de expressão, presente na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por esse motivo, o NCEP esteve presente no EPDC (Encontro Paranaense pela Democratização da Comunicação) no último dia 14, realizado no prédio da Uninter da praça Tiradentes.

O evento foi um preparatório para o 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC), marcado para abril em Belo Horizonte – MG ( http://www.fndc.org.br/noticias/2-endc-encontros-preparatorios-agendados-para-marco-924530/ ). No encontro foram discutidas propostas para tornar os meios de comunicação menos hegemônicos, bem como o atual cenário político que favorece a exclusão de grupos não-dominantes dos meios.

Os membros da mesa de abertura do evento: Bia Barbosa, João Paulo Mehl e Ayoub Hanna iniciaram os debates do EPDC. (Foto: Vinícius Carvalho)

Participamos do Grupo de Debate 3 – Comunicação popular, comunitária e educomunicação. O grupo reuniu representantes de diversas instituições que compartilharam suas experiências e propostas para dar voz aos indivíduos que não são ouvidos na mídia tradicional. O debate foi mediado por Riquieli Capitani, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST; Diego Silva, integrante do Coletivo Parafuso Educomunicação; e Camilla Hoshino, do Levante Popular da Juventude.

O Núcleo aproveitou o debate para fazer contato com pessoas que têm experiências diferentes dentro de nossa área de atuação e conhecer novas ações e ideias que podem nos ajudar nos desafios futuros e gerar novas parcerias. Afinal, estamos todos unidos pelo direito de se comunicar!

Confira a cobertura completa do evento: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/encontro-paranaense-traca-planos-para-uma-midia-mais-democratica/

Um dos pontos de discussão do evento foi a aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Comunicação Social Eletrônica, conhecido como Projeto de Lei da Mídia Democrática. Você pode contribuir para isso assinando a proposta: http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/assina.php

O NCEP é um dos finalistas do 19º Prêmio Sangue Novo

O artigo ”Relatos de experiências em comunicação popular” do NCEP é um dos três finalistas na categoria ”Pesquisa em Jornalismo” no 19º Prêmio Sangue Novo. O prêmio é realizado pelo Sindijor (Sindicato dos Jornalistas) todo ano e premia os melhores trabalhos de jornalismo do meio acadêmico paranaense. Além do Núcleo, o Jornal Comunicação – também da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – está concorrendo em 3 categorias.

A data e o local da premiação ainda não foram divulgados. Confira aqui relação dos indicados: http://goo.gl/OpgA3K

Depoimentos de ex-integrantes do NCEP

Plínio Lopes

Os ex-integrantes do NCEP, Larissa Fanes e Daniel Dipp, deram um depoimento sobre como foi a passagem deles no projeto. Eles contam um pouquinho sobre o Núcleo e como ele mudou a vida deles.

Confira no vídeo:

Nota de repúdio as ações do governo estadual

O Núcleo de Comunicação e Educação Popular da Universidade Federal do Paraná (NCEP UFPR) manifesta sua insatisfação com o plano de contenção de gastos do Governo do Estado do Paraná.

Devido a essa medida, 10 dos 11 funcionários foram demitidos, além de quatro pedagogos e um diretor auxiliar do Colégio Estadual Manoel Ribas (instituição na qual auxiliamos os alunos na produção da Rádio Manecão World).

As demissões impediram que as aulas começassem nesta segunda-feira (9), e cancelou o projeto de rádio escola do Colégio Estadual Herbert de Souza que era desenvolvido em parceria com o NCEP, a Rádio Geração Z.

O Núcleo acredita que, quaisquer tenham sido as falhas que originaram o déficit no orçamento, há setores que podem ser reduzidos sem causar um prejuízo tão grande ao futuro dos jovens paranaenses. Gastos com educação significam menos gastos em todos os outros setores da sociedade.

Professores em protesto contra as medidas do governo estadual. (Foto: Carlos Henrique Baldo)

Nova edição do Jornal A Laje

A edição setembro/outubro do jornal A Laje, veículo produzido pelo NCEP em parceria com o MNPR (Movimento Nacional da População de Rua), está finalizada. Essa edição traz informações sobre o projeto para a população de rua assinado pelo Ministro do Trabalho, as propostas dos candidatos à presidência para a população em situação de rua e um debate sobre o preconceito barrando o desenvolvimento dos direitos humanos.

Você pode ler o jornal acessando o links:

Edição 32 – http://issuu.com/alaje/docs/jornal_a_laje_-_setembrooutubro

Fim de ano da Rádio Geração Z

Plínio Lopes

As atividades desse ano no Colégio Estadual Herbert de Souza terminaram depois de um ano de muito aprendizado pelas duas partes. O projeto da Rádio Geração Z existe desde 2012 com o apoio do NCEP, mas graças ao alto nível alcançado pelos alunos em 2013 nos desligamos dele para que pudesse se desenvolver sozinho.

Como em projetos escolares existe muita rotatividade, a equipe nova que entrou na Rádio não conseguiu suprir a demanda de reportagens, entrevistas e outros materiais que a escola precisava. Por esse motivo o Professor Lizandro, coordenador da rádio escola, entrou em contato com o Núcleo novamente para que pudéssemos dar oficinas para os novos alunos e desenvolver a rádio com eles. No começo foi difícil, já que encontramos uma enorme resistência dos alunos ao conteúdo novo, que queriam apenas passar músicas nos intervalos. Com o tempo fomos mostrando outros programas de rádio escolas e descobrindo os gostos dos alunos. Passamos isso para as notas e para as reportagens, e conseguimos um resultado muito bom.

Confraternização de final de ano com os voluntários do NCEP, alunos e o professor coordenador do projeto.

Com uma pegada mais cultural para a rádio os alunos se dedicaram mais, conseguiram produzir muito mais conteúdo e vão conseguir melhorar ainda mais de 2015. A equipe do NCEP que participou do projeto também aprendeu muito com os alunos e pretende continuar com o projeto pro ano que vem. Em breve vocês poderão ouvir os 2 programas especiais (um sobre séries e um sobre o gênero musical rock) aqui no blog, enquanto isso temos o especial do dia da consciência negra.

O programa do Dia da Consciência Negra foi o último a ser produzido pelos alunos. Algumas partes foram gravadas, mas a apresentação dele foi ao vivo no pátio da escola. Essa é uma demonstração do nível do conteúdo atingido pela rádio. Escute a reflexão dos alunos sobre essa data importante abaixo:

Fechamento de ano no Cense Fazenda Rio Grande

Dayane Farinacio e Plínio Lopes

Terminaram as atividades de 2014 no Cense Fazenda Rio Grande. Na última quarta, foram transmitidas, para toda a unidade, as reportagens produzidas pelos dois grupos que passaram pela Rádio Cense, em um pequeno programa. Nas últimas semanas, os meninos trabalharam também com a produção e execução de uma pauta. O tema era o funcionamento de um Cense. A equipe entrevistou o vice-diretor da unidade, André Lima, um educador social e um adolescente que está internado no Cense. O programa todo você confere aí embaixo. Ano que vem o NCEP volta ao Cense Fazenda Rio Grande com mais atividades!

Driblando as barreiras – Rádio Novela do Manoel Ribas

Plínio Lopes

Os alunos do Colégio Estadual Manoel Ribas que participam da Rádio Manecão Online produziram uma rádio novela que conta a história de uma menina que sonha em se tornar jogadora de futebol. Enfrentando o preconceito, o sexismo e todas as dificuldades, Olívia consegue jogar pelo Santos F.C. e conhecer o seu ídolo Neymar. A ideia do tema e a história partiram dos alunos, o NCEP auxiliou na escrita do roteiro, na gravação e na edição da novela.

Confira como ficou o produto final:

O som que os skatistas gostam de ouvir – Reportagens do Manoel Ribas

A música urbana está presente entre os jovens skatistas. Maurício Siqueira, do 9° B do Colégio Manoel Ribas, usa o gênero eletrônico para incentivá-lo enquanto pratica o esporte, mas isso é uma preferência individual. “Você pode andar de skate e escutar qualquer tipo de música” afirma. Lennon Ribeiro Almasako estuda no Colégio Estadual Djalma Marinho e é integrante do canal do Youtube Legião do Skate. Ele também acredita que cada skatista tem seu próprio estilo. “Quando vou andar de skate com os manos eu prefiro um rap, mas no dia a dia prefiro metal core e rock psicodélico, como Avenged Sevenfold e Pink Floyd” conta Lennon.

O rock também é preferência entre os campeões mundiais de skate Kelvin Hoefler e Rodolfo Ramos, o Gugu. Em entrevista ao site globoesporte.com, Kelvin disse que em seus fones de ouvido não podem faltar Black Sabbath e Iron Maiden. Gugu é fã de Linkin Park.

O Rap também é forte entre os skatistas. No Brasil, esse estilo ganhou espaço na década de 1990 através de nomes como Thaíde, Racionais MC’s, MV Bill e Sabotage. Atualmente, outros rappers fazem sucesso, como Emicida, Rashid, Criolo e Projota.

Profissional ou não, o skate anda junto com a música.

Jonielsom Pinheiro Da Silva
Thiago Rafael Oliveira