Jornal A Laje

O jornal A Laje é um projeto do NCEP em parceria com o Movimento Nacional de População de Rua (MNPR) e sua proposta é ser um veículo de comunicação produzido para e sobre a população em situação de rua, com pautas que atendam aos interesses e necessidades da classe.

O projeto é desenvolvido com reuniões semanais às terças-feiras na sede do MNPR, que atualmente situa-se na Rua 21 de Abril, número 119, no bairro Alto da Glória. É neste momento que as pautas são discutidas, informações são apuradas, distribuídas tarefas e divulgados eventos relevantes. Participam das reuniões membros do NCEP e alguns representantes do MNPR. Eventualmente, os membros do projeto saem a campo para fazer matérias com pessoas em situação de rua. A redação da maior parcela do conteúdo, a revisão e a diagramação do veículo é de responsabilidade do NCEP. A impressão fica a cargo de sindicatos que se revezam para imprimir a tiragem atual de mil exemplares por edição.

A parceria teve início em setembro de 2010 e a primeira edição d’A Laje foi lançada no dia 12 de novembro do mesmo ano, durante o Encontro sobre a Saúde da População em Situação de Rua. Até agora foram publicadas mais de vinte edições. O projeto foi idealizado pelo coordenador nacional do MNPR e ex-morador de rua Leonildo Monteiro Filho.

Até a edição número 14 o jornal era impresso em formato A4, frente e verso. Posteriormente passou a ser impresso em papel A3, dobrado ao meio, com um total de quatro páginas e assim é feito até as edições mais recentes. Uma reforma gráfica está sendo planejada, com o objetivo de aprimorar a identidade visual e imprimir edições futuras a cores e em outro tipo de papel.

O projeto conta ainda com um blog desde setembro de 2011, em que divulga as versões digitais do veículo, além de outras informações e matérias relacionadas com a proposta d’A Laje. Há também uma página no Facebook, criada em maio de 2012, na qual são divulgadas as atividades do projeto.

A Laje tem por objetivo ser um meio de luta para reivindicar os direitos da população em situação de rua. Para isso, tem acompanhado, divulgado e feito a cobertura de eventos, campanhas e ações com foco na população de rua, como o Dia de Lutas, a Campanha do Agasalho e o Consultório na Rua. Quando necessário, o jornal também denuncia casos de injustiça e descaso contra a classe. Além destas pautas, há também as colunas ”Entendendo(o) Direito”, com explicações e orientações jurídicas; ”Se Liga Aí, Meu Irmão”, que é escrita por um representante do MNPR com algum recado para os que vivem em situação de rua; ”Perfil”, contando a história e ações de pessoas e entidades envolvidas na causa; e o ”Perfil Das Ruas”, que conta histórias de quem vive a realidade de não ter endereço e desconstruindo estereótipos presentes na sociedade.

Entre os projetos desenvolvidos pelo NCEP, A Laje tem especificidades que a tornam diferente dos demais, em que, depois que os envolvidos aprendem a lidar com as ferramentas de comunicação, o Núcleo se retira e o veículo de comunicação segue de forma autônoma. Essa particularidade se dá, principalmente, devido à grande rotatividade dos membros do MNPR. Por estar em recuperação de dependência química e/ou alcoólica, existe a dificuldade em um membro do movimento assumir e se manter na liderança do jornal, impedindo a conquista de autonomia e gerando a necessidade da presença constante do NCEP para que o projeto perdure.

Quaisquer que sejam as dificuldades encontradas, A Laje segue como instrumento de militância a favor dos direitos e de divulgação das demandas e conquistas deste grupo marginalizado.

Para acessar todas as edições do Jornal A Laje do seu computador, clique no link: Jornal A Laje

O jornal A Laje é um projeto do NCEP em parceria com o Movimento Nacional de População de Rua (MNPR) e sua proposta é ser um veículo de comunicação produzido para e sobre a população em situação de rua, com pautas que atendam aos interesses e necessidades da classe.

O projeto é desenvolvido com reuniões semanais às terças-feiras na sede do MNPR, que atualmente situa-se na Rua 21 de Abril, número 119, no bairro Alto da Glória. É neste momento que as pautas são discutidas, informações são apuradas, distribuídas tarefas e divulgados eventos relevantes. Participam das reuniões membros do NCEP e alguns representantes do MNPR. Eventualmente, os membros do projeto saem a campo para fazer matérias com pessoas em situação de rua. A redação da maior parcela do conteúdo, a revisão e a diagramação do veículo é de responsabilidade do NCEP. A impressão fica a cargo de sindicatos que se revezam para imprimir a tiragem atual de mil exemplares por edição.

A parceria teve início em setembro de 2010 e a primeira edição d’A Laje foi lançada no dia 12 de novembro do mesmo ano, durante o Encontro sobre a Saúde da População em Situação de Rua. Até agora foram publicadas mais de vinte edições. O projeto foi idealizado pelo coordenador nacional do MNPR e ex-morador de rua Leonildo Monteiro Filho.

Até a edição número 14 o jornal era impresso em formato A4, frente e verso. Posteriormente passou a ser impresso em papel A3, dobrado ao meio, com um total de quatro páginas e assim é feito até as edições mais recentes. Uma reforma gráfica está sendo planejada, com o objetivo de aprimorar a identidade visual e imprimir edições futuras a cores e em outro tipo de papel.

O projeto conta ainda com um blog desde setembro de 2011, em que divulga as versões digitais do veículo, além de outras informações e matérias relacionadas com a proposta d’A Laje. Há também uma página no Facebook, criada em maio de 2012, na qual são divulgadas as atividades do projeto.

A Laje tem por objetivo ser um meio de luta para reivindicar os direitos da população em situação de rua. Para isso, tem acompanhado, divulgado e feito a cobertura de eventos, campanhas e ações com foco na população de rua, como o Dia de Lutas, a Campanha do Agasalho e o Consultório na Rua. Quando necessário, o jornal também denuncia casos de injustiça e descaso contra a classe. Além destas pautas, há também as colunas ”Entendendo(o) Direito”, com explicações e orientações jurídicas; ”Se Liga Aí, Meu Irmão”, que é escrita por um representante do MNPR com algum recado para os que vivem em situação de rua; ”Perfil”, contando a história e ações de pessoas e entidades envolvidas na causa; e o ”Perfil Das Ruas”, que conta histórias de quem vive a realidade de não ter endereço e desconstruindo estereótipos presentes na sociedade.

Entre os projetos desenvolvidos pelo NCEP, A Laje tem especificidades que a tornam diferente dos demais, em que, depois que os envolvidos aprendem a lidar com as ferramentas de comunicação, o Núcleo se retira e o veículo de comunicação segue de forma autônoma. Essa particularidade se dá, principalmente, devido à grande rotatividade dos membros do MNPR. Por estar em recuperação de dependência química e/ou alcoólica, existe a dificuldade em um membro do movimento assumir e se manter na liderança do jornal, impedindo a conquista de autonomia e gerando a necessidade da presença constante do NCEP para que o projeto perdure.

Quaisquer que sejam as dificuldades encontradas, A Laje segue como instrumento de militância a favor dos direitos e de divulgação das demandas e conquistas deste grupo marginalizado.

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